Da redação Taian Franco Bolzan / Foto: Taian Franco Bolzan
Quatro variedades da flor bastão do imperador estão sendo estudadas dentro do campo experimental de floricultura da Universidade do Estado do Mato Grosso (Unemat), no campus de Tangará da Serra, pela mestranda em genética e melhoramento de plantas, Jessica Tamara Laet. A pesquisa ainda se encontra em fase inicial e de acordo com a mestranda, pretende obter todos os resultados até 2020.
Segundo a Laet, o projeto tem objetivo de analisar o Bastão do Imperador vermelho, rosa, branco e porcelana. Dessa forma, ela conseguirá estudar o melhoramento das espécies, conhecer o comportamento reprodutivo e a forma de floração da planta. “A maioria das espécies testadas estão adaptadas ao clima da região de Mato Grosso e sendo cultivadas expostas ao sol”, declara.
De acordo com pesquisadora, a variedade branca ainda se encontra em meia sombra para evitar danos e perdas da flor. O Bastão do Imperador tem uma procura considerável, sendo mais resistente e chamativa do que as flores comuns no mercado. “Precisamos trabalhar para garantir uma boa produção da flor, pois ela se torna valorosa e todo o custo de manejo e mão de obra é coberto. O valor comercial é viável e existem trabalhos que falam sobre a venda de flores de corte, como o bastão do imperador”, disse.
Além dos estudos de produção e manejo, Laet conta que as flores também são analisadas em laboratório depois de colhidas. Esses métodos, conforme ela, são necessários para saber a durabilidade e longevidade do produto, até para melhorar a qualidade de produção e facilitar a vida do produtor de flores.
A estudante de mestrado tem como orientadora a doutora em botânica, Celice Alexandre Silva, professora da Unemat, que adiantou as próximas atividades que deverão ser desenvolvidas. “Ela terá que caracterizar a planta e, para isso, ela precisa saber que horas a flor abre, quanto tempo ela dura, e também saber a hora que o pólen estará viável para fazer possíveis cruzamentos, identificar os polinizadores, indicar um cruzamento e, dessa forma, obter novas variedades”, conclui a doutora.
Créditos: https://focagen.wordpress.com/2018/12/01/aluna-de-mestrado-desenvolve-pesquisa-com-flor-tropical/
Para mais informações entre em contato pelo e-mail contato@mthorticultura.com.br ou pelo WhatsApp 65 9 9612-2233.
Acesse também:
Instagram: https://instagram.com/mthorticultura
Facebook: https://facebook.com/mthorticultura
Canal no YouTube: https://youtube.com/mthorticultura
Deixar um comentário